ASSOCIAÇÃO
A Associação Bauru Basketball Team está entre as principais equipes profissionais de basquete do Brasil. Fundada em 18 de setembro de 2007, o time do interior de São Paulo pertence ao grupo das oito equipes fundadoras da Liga Nacional de Basquete e participou de todas as edições do Novo Basquete Brasil (NBB), principal competição da modalidade no país.
Presente em todas as fases de playoffs desde que o NBB surgiu e disputando três finais seguidas do campeonato nacional, o Bauru Basket conquistou, em 2017, o título inédito do NBB.

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INÍCIO
A história do Bauru Basket começa em 1994 quando a Tilibra, empresa de materiais escolares, fez uma parceria com o clube da cidade, o Luso. O time foi crescendo, disputou a segunda divisão do Campeonato Paulista e, em 1996, se sagrou campeão da Divisão em cima do Trianon Clube de Jacareí.

Em 1997, a equipe de Bauru virou Tilibra/Copimax e fisgou um nono lugar no Paulistão.
No ano seguinte, conseguiu finalizar em quinto lugar e se credenciou para disputar o campeonato de elite em 1999.

Neste período, Bauru também participou pela primeira vez do Campeonato Brasileiro e terminou em quarto lugar. Depois, ficou com o segundo lugar em sua estreia em torneio internacionais, no Campeonato Sul-Americano de Clubes, perdendo a final para o consolidado Vasco da Gama na prorrogação.

PRIMEIROS TÍTULOS
A primeira conquista veio no Campeonato Paulista de 1999 quando a equipe bauruense venceu o tradicional time de Franca por 3-1. Depois disso, os rivais voltaram a se encontrar nas finais do Paulistão, mas desta vez com um triunfo dos francanos por 3-0.
Foi no ano de 2000 que o clube mudou sua nominação de Associação Luso Brasileira para Associação Bauru Basquete Clube.
Fazendo sólidas campanhas nos anos seguintes, Bauru conquistou o campeonato brasileiro de 2002 como ainda Tilibra/Copimax em cima do Araraquara por 3-0. O time realizou uma das melhores campanhas da história até então: ficou com o primeiro lugar em todas as fases e ainda contou com o melhor jogador, o ala Vanderlei. Na equipe estavam nomes como Raul, Josuel, Jeffty, Vanderlei, Brasília, Leandrinho Barbosa, Murilo Becker e Marquinhos.
Depois do título brasileiro, a Tilibra deixou a equipe, que passou a se chamar apenas Bauru Basquete. Ainda sim, o time seguiu uma boa trajetória, chegando ao terceiro lugar do Sul-Americano de Clubes Campeões.
No fim de 2003, a equipe deu uma pausa em suas atividades e voltou com o patrocínio da Sukest, uma empresa do ramo alimentício, e da Plasúltil, empresa do segmento de utilidades domésticas, no final de 2004.
No ano seguinte, a Plasútil/Sukest/Bauru conquistou o segundo lugar do Torneio Novo Milênio, mas tempos difíceis chegaram e o clube encerrou suas atividades em 2006 por falta de patrocínio.

NASCE UM NOVO DRAGÃO Foi em setembro de 2007 que o Dragão ressurgiu de "cara nova", agora com o nome de Associação Bauru Basketball Team, a equipe voltou às atividades com o patrocínio da GRSA, uma empresa do ramo de alimentos.

Com seu retorno, Bauru participou da Supercopa de Basquete, Copa Ouro e Campeonato Paulista, torneios disputados apenas por equipes do estado de São Paulo.
Em 2009, o GRSA/Bauru participou da primeira edição do Novo Basquete Brasil (NBB 2008/2009), campeonato organizado pela Liga Nacional de Basquete e do qual o Dragão foi um dos fundadores. Nesta primeira edição, o time bauruense terminou na sexta colocação.
Com os novos ares do basquete no cenário brasileiro, a Itabom, empresa que também atua no setor alimentício, se juntou ao projeto e a equipe ficou conhecida como GRSA/Itabom/Bauru. O time, que era comandado pelo técnico Jorge Guerra (o Guerrinha), também conquistou o terceiro lugar no Campeonato Paulista.
No ano seguinte, a GRSA acabou saindo do time.
Apenas com a Itabom, o Bauru Basket voltou a participar de competições internacionais e foi o anfitrião da primeira fase da Liga das Américas em 2012 e, depois, participou do Torneio Interligas.

A ERA PASCHOALOTTO
Após a saída da Itabom, ainda em 2012, o time acertou como um novo patrocinador máster: a Paschoalotto Serviços Financeiros.

Com bastante trabalho e reformulação de elenco, a equipe colheu resultados significativos. Ficou em terceiro lugar do NBB 5 (2012/2013) e começou um trabalho de Categoria de Base.

Logo, o time foi campeão da Liga de Desenvolvimento de Basquete (LDB) e do Campeão Brasileiro sub-22.

Em 2013, o segundo título de campeão paulista veio ao bater o Paulistano por 3-0.
No ano seguinte, um elenco estrelar foi montado com Alex Garcia, Rafael Hettsheimeir, Jefferson William e Robert Day se juntando a Larry Taylor, Gui Deodato, Ricardo Fischer e Murilo Becker.

Com os incríveis resultados e o título da Liga das Américas, a equipe bauruense se credenciou para a disputa do Mundial de Clubes de 2015 diante do campeão europeu daquele ano, o Real Madrid (ESP).

Com uma vitória de cada lado, o Dragão fez história ao vencer o primeiro duelo por 91 a 90, apesar do melhor saldo ter sido da equipe de Madrid.
Com isso, o Bauru Basket conquistou a posição de segunda melhor equipe de basquete FIBA do Mundo de 2015.

NBA
Também em 2015, o time bauruense foi convidado pela liga norte-americana para participar da pré-temporada. Isso fez Bauru ser a primeira equipe de São Paulo - e a segunda brasileira - a jogar contra times da NBA, principal liga de basquete do mundo.

O primeiro compromisso do Dragão foi no Madison Square Garden, contra o New York Knicks. Apesar da boa atuação de Ricardo Fischer com um triplo-duplo (11 pontos, 10 rebotes e 10 assistências), o time bauruense foi superado por 100 a 81.

O segundo duelo na NBA foi na capital americana Washington, contra o Washington Wizards. Mas o time dos Estados Unidos foi mais constante e garimpou a vitória por 134 a 100.

No fim de 2015, Demétrius Ferracciú, vindo do Minas Tênis Clube, foi anunciado como novo treinador do time.
No ano seguinte, o Paschoalotto/Bauru chegou a mais um Final Four da Liga das Américas e, mesmo com peças faltantes no elenco, passou pelo Flamengo na semifinal.
Na decisão, acabou sendo derrotado pelo venezuelano Guaros de Lara.

Pela temporada do NBB deste mesmo ano, alcançou, mais uma vez, o segundo lugar após uma série de cinco jogos acirrada contra o Flamengo.

Com o fim do campeonato, a empresa Paschoalotto anunciou que não seria mais a patrocinadora máster do time após quatro anos e deu lugar a Gocil, empresa de segurança.

CAMPEÃO DO NBB
Passando a atuar sob o nome de Gocil/Bauru, o time chegou às finais do Campeonato Paulista e ficou com o segundo lugar ao ser superado pela equipe do Mogi.
Mesmo com nomes no elenco como Alex Garcia, Jefferson William, Shilton, Gegê, Léo Meindl, Gui Deodato e Valtinho, o Dragão teve uma temporada irregular e terminou a fase de classificação em quinto lugar, tendo que disputar os playoffs de oitavas de final. Nesta fase, varreu o carioca Macaé por 3-0; Nas quartas, virou para cima do Brasília por 3-1; Na semifinal contra o Pinheiros, estava perdendo de 2-0 e virou mais uma vez fechando por 3-2.
Com a vitória sobre a equipe da cidade de São Paulo, o Bauru Basket estava na final do NBB pela terceira vez seguida. Porém, nos playoffs de final disputado contra o Paulistano, o time saiu perdendo por 2-0. Mais uma vez, reverteu a vantagem e fez um 3-2, fechando a série emocionante e conquistando o título inédito do NBB.

SENDI ENGENHARIA
Com a saída da Gocil, após o título, o Bauru Basket acertou com outro patrocinador máster: a Sendi Engenharia, uma das empresa de construção civil mais conceituadas do ramo.

NBB 10

Após ser campeão, o Dragão manteve Alex Garcia e Shilton em seu elenco e contratou nomes como Duda Machado, Kendall Anthony, Renan Lenz, Isaac e Osvaldas Matulionis.
Com este plantel, o time chegou às semifinais do Paulista (3-1 para Franca), da Liga das Américas (88 a 93 para o Estudiantes) e do NBB (3-2 para o Paulistano).

MEMORÁVEIS Os playoffs enfrentados pelo Dragão foram todos especiais. Nas oitavas, o time encarou o Vasco e venceu a série por 3-1 após um lance histórico de Duda Machado que correu o mundo. Faltando seis segundos para o fim da segunda prorrogação, Bauru estava com três pontos de desvantagem (103 a 100). Duda foi cobrar dois lances livres e converteu o primeiro. No segundo, o jogador acertou o aro de propósito, pegou o rebote e converteu de três. Nas quartas, Bauru encarou o rival Franca, que era o favorito da série. Indo contra o óbvio, o Dragão varreu os francanos por 3-0 dentro do Pedrocão e se classificou às semifinais.

Nas semifinais, mais emoção.

Fazendo uma reedição das finais do NBB 9, o Dragão encarou o Paulistano em mais uma série.

A vantagem era do time da capital paulista e começou com os rivais vencendo dentro da Panela de Pressão.
Depois, os times se revezaram nas vitórias até a decisão no quinto duelo.

Em um jogo muito apertado, o Paulistano venceu o Dragão nos instantes finais por 80x77.

NBB 11 E A VOLTA DE LARRY A BAURU

Mais uma vez, o Sendi/Bauru Basket optou pela reformulação da maioria da equipe e contratou Lucas Mariano, Jefferson William, Enzo Ruiz, Gustavo Basílio, Cauê Verzola, Renato Scholz, Marcão e Fúlvio.

Bauru também voltou a ter Larry Taylor na equipe após três temporadas fora da cidade.
A volta do Alienígena foi marcada por muita festa e a desaposentadoria da camisa 4.

Com um super elenco, o Dragão iniciou a temporada muito bem, sendo um dos favoritos aos títulos disputados.
Mas o time enfrentou muitas lesões e resultados negativos e acabou não fazendo a temporada esperada.

2019/2020

O Bauru Basket resolveu iniciar a temporada de uma forma reformulada.
Do elenco anterior, ficou apenas com Larry Taylor, Gabriel Jaú, Samuel Pará e Emanuel. Além do técnico Demétrius Ferracciú.
Apostando em um elenco mais jovem, o Dragão incorporou Lucas Faggiano, Kevin Crescenzi, Lucas Brito, Renato Carbonari, Samuel Pará, Gabriel Mendes, Vinícius Malachias e Nick Wiggins.

Nesta temporada, o time joga o Campeonato Paulista (agosto a outubro) e NBB 12 (outubro a junho).

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